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O que é uma FoodTech?
Como as FoodTechs impactam o setor alimentício?
Como o mercado de FoodTechs está se comportando no Brasil?
Como criar uma FoodTech?
Fique antenado nas transformações digitais!

Confira como as FoodTechs contribuem para o desenvolvimento da tecnologia no setor!

Descubra como a tecnologia das FoodTechs tem revolucionado o modo com que pessoas e empresas lidam com o setor de alimentos.

Thiago Coutinho
Por: Thiago Coutinho
Confira como as FoodTechs contribuem para o desenvolvimento da tecnologia no setor!

A tecnologia invadiu a vida das pessoas de uma maneira avassaladora. No entanto, os impactos não param por aí e já chegaram até mesmo nas rotinas alimentares através das FoodTechs.

Com o intuito de investir em pesquisa e desenvolvimento de soluções para o setor alimentício, as FoodTechs se adaptam ao mundo moderno e oferecem produtos e serviços que fazem mais sentido para consumidores cada vez mais exigentes e antenados.

Para isso, elas fazem uso de estratégias sustentáveis, saudáveis e econômicas, desde a produção até a entrega de alimentos. Saiba mais sobre essas técnicas e sobre a consolidação desse setor por meio dos seguintes tópicos:

  • O que é uma FoodTech?
  • Como as FoodTechs impactam o setor alimentício?
  • Como o mercado de FoodTechs está se comportando no Brasil?
  • Como criar uma FoodTech?
  • Fique antenado nas transformações digitais!

Vamos lá!

O que é uma FoodTech?

FoodTech é o conceito usado para categorizar startups do setor de alimentação. Esse termo é autoexplicativo e surgiu da junção das palavras em inglês food (comida) e tech (tecnologia).

As empresas categorizadas como FoodTech devem ter por objetivo a criação de valor através do desenvolvimento de soluções inovadoras para a área alimentícia. No entanto, elas não estão restritas à cadeia produtiva de alimentos.

Além dessa vertente, as startups também podem atuar trazendo inovação, por exemplo, para:

  • Distribuição e acondicionamento de produtos alimentares;
  • Redução de custos e desperdícios;
  • Combate à insegurança alimentar
  • Otimização de recursos naturais escaços;
  • Impacto agropecuário no meio ambiente.

Para isso, uma FoodTech pode fazer o uso de tecnologias, como big data, inteligência artificial ou internet das coisas. Sempre com o propósito de aumentar cada vez mais a satisfação do cliente, por meio do custo benefício e da qualidade das comidas produzidas, distribuídas e consumidas.

É por isso que os impactos trazidos pelas FoodTechs no setor alimentício são inúmeros. Entenda mais sobre eles a seguir!

Como as FoodTechs impactam o setor alimentício? 

Os alimentos são produtos indispensáveis para a sobrevivência de qualquer ser. Por isso, as inovações nesse setor podem causar grandes melhoras na cadeia produtiva como um todo.

Com o investimento em pesquisa e desenvolvimento nesse setor, é possível que grandes problemas sejam solucionados. Esses impactos podem ser categorizados de acordo com a área de atuação e o propósito da FoodTech.

Sendo assim, os benefícios podem ser vistos através da seguinte classificação:

  • Food Safety & Traceability: desenvolvimento de tecnologias para aumentar o prazo de validade e conservação de alimentos sintéticos e naturais. Exemplos: Ecotrace, Bionexus e Zaitt;
  • Consumer Apps & Services: direcionado para ampliação do acesso à informação sobre nutrição, restaurantes e formas de alimentação. Exemplos: Chefs Club, Le Chef e NutriSoft Brazil;
  • Farm to table: foco na aproximação dos produtores com os consumidores finais, a fim de reduzir o número de intermediários nesse processo. Exemplos: BeGreen; Fazenda Cubo e Raízs;
  • Super Foods & CPG: desenvolvimento de novas categorias de alimentos e bebidas através de novas combinações de matérias-primas na indústria alimentícia. Exemplos: Roots To Go, Nude, Desinchá;
  • Food Delivery & Logistics: foco na recepção dos alimentos pelo consumidor final, por meio do aumento da segurança e rapidez no recebimento. Exemplos: Daki, Shopper, IFood e Kookin;
  • Smart Kitchen & Restaurant Tech: melhoria de processos internos em restaurantes, bares e outros estabelecimentos. Exemplos: SmartMenu, MenuQR e ChoppUp;
  • Waste Management: foco na redução de desperdícios e sustentabilidade. Exemplos: Fruta Imperfeita e OKA Bioembalagens.  

Agora que você conheceu como a indústria de alimentos é impactada com a frente de atuação de uma FoodTech, é hora de entender como o mercado brasileiro tem reagido a isso. Não deixe de conferir o tópico abaixo!

Como o mercado de FoodTechs está se comportando no Brasil? 

O mercado brasileiro tem reagido positivamente diante das inovações tecnológicas do setor alimentício.

De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), isso pode ser notado até mesmo pelo ponto de vista dos investidores.

Segundo a associação, entre os anos de 2010 e 2021, cerca de R$1 bilhão foi investido exclusivamente em FoodTechs. Apesar da lista de iniciativas ser enorme, algumas empresas ganham destaque nesse sentido.

Dentre as mais populares do ramo, podemos evidenciar o iFood. O aplicativo de delivery ganhou visibilidade entre os brasileiros e tem sido cada vez mais utilizado por todas as faixas etárias.

Outro destaque que ganhou espaço na visão dos clientes é a Daki. Também no ramo de entregas, a startup promete agilidade com o recebimento de encomendas em até 15 minutos.

A Fazenda Futuro foi a terceira FoodTech com maior volume de capital de investidores. A empresa do setor de food service cria carnes de plantas com a mesma textura, suculência e sabor dos produtos animais.

Esse é um dos inúmeros exemplos de que o setor alimentício vai além dos deliverys e aplicativos de entrega.

Se interessou ainda mais por esse mercado? Além disso, acredita que tem uma ideia de negócio nesse ramo? Confira a seguir os passos para embarcar nesse setor com tanto potencial.

Como criar uma FoodTech? 

Nenhum modelo de negócios pode ser feito sem preparo e estudo. Por isso, para te ajudar, separamos algumas das principais dicas para quem deseja fomentar o empreendedorismo através de uma FoodTech. Vamos lá?

Combine conhecimentos

Criar e gerir uma FoodTech significa ter amplos conhecimentos em duas áreas principais: tecnologia e setor alimentício. Por isso, estudar e fazer pesquisas nesses campos é fundamental, mesmo para quem quer abrir um negócio com pouco dinheiro.

Foque inicialmente em conhecer as novidades do setor, como a agricultura 4.0, e também sobre as aplicações de big data, inteligência artificial e internet das coisas no setor alimentício.

Nesse ponto também vale a busca pelas inovações tecnológicas que os players já estão colocando em prática. Por exemplo, os investimentos em fazendas verticais do Grupo Walmart.

Avalie as necessidades do mercado

Depois de conhecer mais a fundo o mercado, com certeza surgirão ideias de negócios que solucionem as necessidades detectadas.

Além disso, é nesse momento que você levantará quais são os pontos fortes já praticados e aqueles que devem melhorar para que o consumidor fique mais satisfeito.

Em termos práticos, não basta só inovar! Também é preciso aplicar as tendências que os consumidores-alvo já valorizam, como por exemplo a autonomia de pedidos através das vendas online para os públicos mais jovens.

Tenha indicadores mapeados

Mesmo que seja um negócio em estágio inicial, a maioria das startups tem o objetivo de captar através das rodadas de investimento. Para isso, é fundamental que os dados sejam acompanhados desde o início.

Esse acompanhamento de performance ajudará que os fundadores tenham informações confiáveis para direcionar as estratégias da FoodTech.

Fique antenado nas transformações digitais!

O mundo está cada vez mais dinâmico e as inovações e tendências da tecnologia não param de surgir!

Por isso, alinhar as expectativas para se adaptar à transformação digital é tão importante. Diante disso, a Engenharia não poderia ficar para trás, afinal, o avanço da tecnologia acarreta em novas ferramentas e estratégias para que os resultados na engenharia sejam ainda mais satisfatórios!

Por isso, não perca a oportunidade de aprender mais sobre esse assunto, clique na imagem:


Transformação Digital para Engenheiros

Thiago Coutinho

Thiago Coutinho

Thiago é formado em Engenharia de Produção, pós-graduado em estatística e mestre em administração pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Black Belt em Lean Six Sigma, trabalhou com metodologias para redução de custos e otimização de processos na Votorantim Metais, ingressando posteriormente na MRS Logística como trainee, onde ocupou posições de gestor e especialista em melhoria contínua. Com certificação Microsoft Office Specialist (MOS®) e Auditor Lead Assessor ISO 9001, atendeu a diversas empresas em projetos de consultoria, além de treinamentos e palestras relacionadas a Lean Seis Sigma, Carreira e Empreendedorismo em congressos de renome nacional como o ENEGEP (Encontro Nacional de Engenharia de Produção) e internacional como Congresso Internacional Six Sigma Brasil. No ambiente acadêmico atua como professor de cursos de Graduação e Especialização nas áreas de Gestão e Empreendedorismo. Empreendedor serial, teve a oportunidade de participar de empreendimentos em diversos segmentos. Fundador do Grupo Voitto, foi selecionado no Programa Promessas Endeavor, tendo a oportunidade de receber valiosas mentorias para aceleração de seus negócios. Atualmente é mentor de empresas e se dedica à frente executiva da Voitto, carregando com seu time a visão de ser a maior e melhor escola on-line de gestão do Brasil.

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