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O que é o telescópio espacial James Webb?
A missão do satélite espacial James Webb

Telescópio espacial James Webb pode ajudar cientistas em estudos sobre o universo

Veja o que é o telescópio espacial James Webb e como ele pode ser útil para estudar o universo e as galáxias vizinhas à que moramos.

Gregory Thainã
Por: Gregory Thainã
Telescópio espacial James Webb pode ajudar cientistas em estudos sobre o universo

A vida tem uma série de mistérios que nós, seres humanos, ainda não conseguimos encontrar respostas. Um deles certamente é a origem do universo.

De acordo com a Lei de Lavoisier, na natureza nada se cria, tudo se transform. Mas se isso é verdade, de onde se originou toda a matéria que compõe o nosso universo?

Parece que a NASA está tentando dar mais um passo na busca por responder essa pergunta com o telescópio espacial James Webb.

Ficou curioso para saber mais sobre isso? Então aperte o seu cinto, pois nessa expedição espacial passaremos pelos seguintes tópicos:

  • O que é o telescópio espacial James Webb?
  • A missão do satélite espacial James Webb.

O que é o telescópio espacial James Webb?

O telescópio espacial James Webb é parte do projeto da NASA que visa inserir no espaço um observatório capaz de captar radiação infravermelha. O objetivo desse telescópio é possibilitar o estudo sobre a formação de novas galáxias bem como estudar a evolução de galáxias.

A tendência é que, aos poucos, o telescópio espacial James Webb substitua algumas funções do telescópio Hubble, lançado em abril de 1990. Dentre os diferenciais dele para o seu ancestral, está um espelho primário cerca de 2,5 vezes maior, o que possibilita uma maior captação de luzes.

O lançamento do telescópio James Webb está previsto para 31 de outubro de 2021 e ele terá grande influência no desenvolvimento tecnológico da humanidade, uma vez que permitirá estudos mais aprofundados sobre o universo e sua origem.

A missão do satélite espacial James Webb

Apesar de o satélite ainda não ter sido lançado, a sua primeira missão já está definida: analisar a poeira Beta Pictoris.

Você deve estar agora se porguntando qual seria o objetivo de se observar uma poeira espacial. Bom, eu te explico: essa poeira espacial é de uma estrela onde orbitam ao menos dois planetas gigantes.

Além disso, potencialmente neste ponto estão ocorrendo colisões de corpos galáticos, além de haver a circulação de exocometas (cometas de outras galáxias). Para quem gosta de astrofísica e temas relacionados, isso é um prato cheio.

Com base nas observações do satélite espacial James Webb, os especialistas da NASA esperam obter respostas para uma série de perguntas que eles vêm se fazendo, como, por exemplo, o que há no meio do sistema dessa estrela e se há alguma semelhança dele com o nosso sistema solar.

O que vai possibilitar que esse satélite permita esse tipo de análise é uma série de fatores. A primeira delas é a sua posição, que, diferentemente do telescópio espacial Hubble, que foi mantido na órbita na Terra para facilitar a sua manutenção, ele estará em uma região que não está nem próximo do sol, nem da Terra, mas sim em um ponto estável entre ambos.

Isso possibilita que ele fique em uma região mais escura que o seu irmão mais velho, ficando, portanto, mais sensível para identificar objetos distantes a partir de luzes infravermelhas.

O objetivo de se usar a luz infravermelha para fazer as observações na poeira Beta Pictoris é relativamente simples. Como a poeira dificulta a propagação de “luzes normais”, é necessário trabalhar com uma luz que possa interagir diretamente com o que está no interior da poeira.

Como a luz infravermelha tem relação com a temperatura das coisas, o que esse telescópio vai fazer é buscar descobrir o que há dentro da poeira a partir do calor emanado pelos corpos lá dentro.

De acordo com o site do projeto, as imagens produzidas pelo telescópio permitirão o estudo da interação dos grãos de poeira com os planetas que lá residem, além de obeterem conhecimento sobre a existência de cometas e suas posições.

Mas o mais interessante certamente é a possibilidade de cientistas poderem fazer comparações da nossa galáxia com Beta Pictoris, que está há 63 anos luz de onde nós moramos.

A partir daí, haverá a possibilidade de expansão do estudo para outras fronteiras para que, aos poucos, a humanidade descubra mais sobre o Big Bang e a origem do universo e, quem sabe, descobrir para que destino ele caminha.

Gregory Thainã

Gregory Thainã

Grad. em Engenharia Elétrica na Universidade Federal de Santa Maria. Participou do Movimento Empresa Júnior atuando em consultorias, gerenciamento de equipes e no setor de marketing pela ITEP Jr. Bolsista de iniciação científica na área de eficiência energética. Possui formação em Excel avançado, Gerenciamento de Projetos, Fundamentos de Scrum, Produção de conteúdo, Marketing de conteúdo, Copywriting e Revisão de conteúdo. Especialista na produção de conteúdo na área de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Voitto.

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